quinta-feira, 7 de março de 2013

A MORTE DE HUGO CHAVÉZ

Milhares de pessoas tentam dar um último adeus a Hugo Chavéz
Certamente os inimigos das liberdades nacionais, aos quais a imprensa marrom brasileira, cito GRUPO ABRIL e ROBERTO MARINHO - farinha do mesmo saco - devem estar silenciosamente felizes com a recente morte de Hugo Chavéz. Certamente modelos excecráveis como o de Yoani Sánchez devem estar mudos por perderem, momentaneamente, parte do elemento do seus discurso, as críticas a Chavéz.

Grande líder. Chavéz tornou a Venezuela um país mais de vezesuelanos que de multinacionais e de multi-milionários que contavam dinheiro longe do país onde faziam esse dinheiro. Reformador social, esse foi Hugo Chavéz.

São muitas as críticas. Na verdade, não é possível, em nenhum país latino, e diria até fora da América Latina, sem uma boa dose de restrições de liberdades. Isso porque quando se quer dividir o bolo, haverá sempre que se enfrentar quem detém, e não quer largar, quase todo o bolo. Esses que têm as maiores e melhores partes do bolo, geralmente são, também, donos da imprensa, do poder de fala e de audição. Sem enfrentar esses grupos não há qualquer reforma séria.

Vejam o exemplo do Brasil, como Lula jamais poderia ser autoritário, escolheu outro caminho similar às avessas, ou seja, comprou o apoio político dos congressistas corruptos para poder ter direito a promover reformas sociais.

A América Latina está de luto. O povo latino menos egoísta está de luto. Viva Hugo Chavéz.